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O que aconteceu
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou em 15 de outubro de 2026 que a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), candidatos ao segundo turno das eleições presidenciais. A decisão, confirmada por unanimidade pelo plenário do TSE em 16 de outubro de 2026, estabelece multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e vale até o fim do segundo turno, marcado para 25 de outubro. A medida foi tomada após a campanha de Lula acusar a empresa de reduzir o alcance de suas publicações e de tratar os candidatos de forma desigual na ferramenta de inteligência artificial Meta AI.
Segundo G1 e R7 e Agência Brasil
Em detalhes
Denúncias da campanha de Lula. A campanha de Lula apresentou ação ao TSE alegando que a Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp, recusava pedidos de geração de imagens do candidato petista, mas aceitava criar imagens favoráveis a Flávio Bolsonaro. A coligação também relatou que a conta de anúncios foi desativada em 23 de setembro e que, entre 9 e 10 de outubro, o perfil voltou a ser impedido de impulsionar conteúdos. Segundo a campanha, houve ainda redução no alcance de publicações e números de visualizações incompatíveis em perfis da candidatura adversária, como o do deputado Nikolas Ferreira.
G1 · R7 · CartaCapitalver trechos
comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula. Ainda de acordo com a petição, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio
— G1A campanha também relatou que a conta de anúncios foi desativada em setembro e que a Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp, recusava pedidos de imagens de Lula
— R7a campanha informou ao TSE que a Meta desabilitou a conta de anúncios da campanha no dia 23 de setembro sob justificativa genérica. Depois, entre os dias 9 e 10 de outubro, o perfil voltou a ser
— CartaCapital
Determinações impostas à Meta. Segundo o G1 e o R7, a Meta fica proibida de bloquear contas de anúncios ou impulsionamento das duas campanhas sem revisão humana. Se um sistema automático aplicar restrição, a empresa terá duas horas para revisá-la e comunicar o tribunal. A Meta também deve suspender, em 24 horas, anúncios de propaganda eleitoral pagos por quem não é candidato, partido ou coligação, especialmente contas estrangeiras. Até 21 de outubro, deverá repor o impulsionamento pago pela campanha de Lula e não entregue em 23 de setembro e entre 9 e 10 de outubro.
R7ver trechos
A Meta também fica proibida de bloquear contas de anúncios ou o impulsionamento das duas campanhas sem revisão feita por uma pessoa. Se um sistema automático aplicar alguma restrição, a empresa
— R7
Avaliação do ministro sobre manipulação. O ministro Marco Aurélio Bellizze afirmou que não está comprovado que houve manipulação deliberada pela Meta, mas que é preciso aprofundar a análise. Segundo o G1, o relator ressaltou que fatos relevantes ocorrem em ambiente que somente a Meta controla. O R7 reporta que o ministro disse não haver elementos para afirmar que a falha no controle da Meta AI foi intencional ou se repetiu de forma sistemática. O Poder360 informa que o ministro declarou que não há provas de que a empresa tenha agido de forma intencional para barrar publicações favoráveis ao presidente.
G1 · R7 · Poder360ver trechos
Na decisão, o ministro afirmou que não está comprovado que houve uma manipulação deliberada, mas que é preciso aprofundar a análise. Isso porque fatos relevantes ocorrem em ambiente que somente
— G1Bellizze afirma que não há, nesta fase, prova de que a Meta tenha manipulado a distribuição de conteúdo a favor ou contra qualquer um dos candidatos
— R7O ministro também declarou que não há provas de que a empresa tenha agido de forma intencional para barrar publicações favoráveis ao presidente
— Poder360
Resposta da Meta. Após as denúncias do PT, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE, e que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações. A empresa afirmou: "Em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens". Segundo o R7, a Meta argumentou que a queda nas visualizações de vídeos de Lula em 7 de outubro foi causada por uma falha global que afetou criadores de conteúdo em mais de cem países.
Agência Brasil · CartaCapital · R7ver trechos
Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir
— Agência BrasilEm cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando
— CartaCapitalNo processo, a Meta argumentou que a queda nas visualizações de vídeos de Lula em 7 de outubro foi causada por uma falha global, que afetou criadores de conteúdo em mais de cem países
— R7
Onde os veículos divergem
Nas matérias lidas, não encontramos divergência de fato entre os veículos.
Escrito por IA a partir do texto de 7 matérias, em 18/10 · 11:12. Cada ponto só aparece se os trechos citados existem nas matérias; nada vem de fora delas.
O que cada veículo publicou
- G1TSE atende a Lula e determina que Meta não interfira em distribuição de conteúdo político-eleitoral
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Analisado por um painel de 3 modelos de IA, 100% de concordância. Analisa as escolhas do texto, não o veículo.
- EstadãoTSE deve confirmar ordem para Meta tratar candidatos com igualdade, mas apenas daqui para frente
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- Agência BrasilTSE decide manter ordem para Meta garantir isonomia a candidatos
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- R7TSE tem maioria para ordenar que Meta garanta isonomia a candidatos
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- CartaCapitalTSE decide manter ordem que proíbe Meta de restringir conteúdo e favorecer candidatos
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O acontecimento não recebe um lado político
A barra conta veículos, não matérias, pela orientação editorial de cada um. Ela mostra quem deu atenção ao fato, e não de que lado ele está. A análise de cada matéria olha as escolhas daquele texto, não o veículo. Veículos sem classificação aparecem na lista, mas ficam fora dos percentuais.
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