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Justiça Federal ordena Meta restabelecer contas de entidades estudantis bloqueadas no RS

O Ministério Público Federal acionou a Meta na Justiça por bloqueio de perfis no Instagram de entidades estudantis do Rio Grande do Sul. A Justiça Federal determinou o restabelecimento das contas bloqueadas.

Como os veículos cobrem este acontecimento4 veículos
Esquerda 33%Centro 67%

1 veículo não classificado (fora do cálculo percentual)

Imagem: Brasil de Fato, na matéria original
01 / A notícia

O que aconteceu

A 1ª Vara Federal de Porto Alegre determinou, em decisão assinada em 16 de outubro de 2026, que a empresa Meta restabeleça em até dois dias as contas no Instagram de quatro entidades estudantis do Rio Grande do Sul bloqueadas simultaneamente em 6 de outubro. A decisão atende parcialmente a uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em conjunto com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) da UFRGS, que questionou o bloqueio das contas sem justificativa específica.

Segundo Agência Brasil e G1 e Brasil de Fato

Em detalhes

  • Perfis bloqueados e conteúdos políticos. Foram bloqueadas as contas do Centro Acadêmico André da Rocha (Caar), do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) e do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (Daeca), todos da UFRGS, além do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (DCE/UFCSPA). Segundo a Agência Brasil, os bloqueios ocorreram após publicação de conteúdos convocando para assembleias e manifestações a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Agência Brasil · G1ver trechos
    • no dia 6 de outubro a Meta derrubou, de forma simultânea e sem aviso prévio ou justificativa, as contas do Centro Acadêmico André da Rocha (@caarufrgs), do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária — Agência Brasil
    • Foram afetadas contas do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju), do Centro Acadêmico André da Rocha (Caar) e do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (Daeca) — G1
  • Exigências para restabelecimento. Segundo o Brasil de Fato e o G1, nos casos em que o acesso foi restabelecido, a plataforma exigiu o arquivamento das publicações políticas e o envio de dados biométricos, como reconhecimento facial dos administradores. A decisão da Justiça determina que a Meta não poderá fazer essas exigências por serem incompatíveis com a natureza das entidades coletivas, informa o G1.

    Brasil de Fato · G1ver trechos
    • Mesmo nos casos em que o acesso foi restabelecido, a plataforma teria exigido o arquivamento das publicações políticas e o envio de dados biométricos, como o reconhecimento facial dos administradores — Brasil de Fato
    • Nos casos em que o acesso foi parcialmente devolvido, a plataforma teria exigido o envio de biometria facial dos administradores e o arquivamento de postagens políticas — G1
  • Multa e regras de moderação. A magistrada fixou multa diária de R$ 10 mil por conta que permanecer bloqueada ou restrita indevidamente, segundo o G1. A decisão determina que eventuais medidas de moderação devem ser fundamentadas, indicar individualmente a regra violada, ser comunicadas em português e permitir contestação prévia, exceto para conteúdos ilícitos que podem ser removidos imediatamente com comunicação fundamentada posterior.

    G1ver trechos
    • Em caso de descumprimento, a magistrada fixou multa diária de R$ 10 mil por conta que permanecer bloqueada ou restrita indevidamente — G1
  • Status das contas após decisão. Apesar da decisão da Justiça, as contas seguiam suspensas até a tarde de sábado (17), segundo a Agência Brasil. O G1 também informou que até a última atualização de sua reportagem os perfis seguiam inativos. A Meta informou que não irá se manifestar sobre o caso, segundo a Agência Brasil e o G1.

    Agência Brasil · G1ver trechos
    • Apesar da decisão da Justiça, as contas seguiam suspensas até a tarde deste sábado (17) — Agência Brasil
    • Até a última atualização desta reportagem os perfis seguiam inativos — G1

Onde os veículos concordam

  • Bloqueio simultâneo sem justificativa. A Agência Brasil e o G1 concordam que os bloqueios ocorreram de forma simultânea em 6 de outubro, sem aviso prévio ou justificativa específica. O Brasil de Fato também relata que os bloqueios aconteceram sem justificativa específica e que as notificações eram genéricas e automatizadas.

    Agência Brasil · G1 · Brasil de Fatover trechos
    • no dia 6 de outubro a Meta derrubou, de forma simultânea e sem aviso prévio ou justificativa, as contas — Agência Brasil
    • após o bloqueio simultâneo de perfis no dia 6 de outubro, sem justificativa específica — G1
    • os bloqueios ocorreram de forma simultânea, sem aviso prévio ou justificativa individual — Brasil de Fato
  • Entidades afetadas. Os três veículos concordam sobre as quatro principais entidades afetadas: o Centro Acadêmico André da Rocha (Caar), o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju), o Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (Daeca), todos da UFRGS, e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (DCE/UFCSPA).

    Brasil de Fato · Agência Brasil · G1ver trechos
    • foram atingidas as contas do Centro Acadêmico André da Rocha (Caar/UFRGS), do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (Daeca/UFRGS) e do próprio Saju, além do Diretório Central dos Estudantes — Brasil de Fato
    • as contas do Centro Acadêmico André da Rocha (@caarufrgs), do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (@sajudaufrgs) e do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (@ufrgsdaeca) — Agência Brasil
    • Foram afetadas contas do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju), do Centro Acadêmico André da Rocha (Caar) e do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (Daeca) — G1
  • Ação conjunta MPF e Saju. O Brasil de Fato, a Agência Brasil e o G1 relatam que a ação civil pública foi apresentada pelo Ministério Público Federal em conjunto com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) da Faculdade de Direito da UFRGS.

    Brasil de Fato · Agência Brasil · G1ver trechos
    • A ação foi proposta pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão no Rio Grande do Sul, Enrico Rodrigues de Freitas, em conjunto com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) — Brasil de Fato
    • o Ministério Público Federal (MPF), em conjunto com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) da Faculdade de Direito da UFRGS, entrou com uma ação civil pública — Agência Brasil
    • A medida atende parcialmente a um pedido de tutela de urgência apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) — G1

Onde os veículos divergem

Nas matérias lidas, não encontramos divergência de fato entre os veículos.

    Escrito por IA a partir do texto de 3 matérias, em 18/10 · 11:12. Cada ponto só aparece se os trechos citados existem nas matérias; nada vem de fora delas.

    02 / Linha do tempo

    O que cada veículo publicou

    03 / Como ler a cobertura

    O acontecimento não recebe um lado político

    A barra conta veículos, não matérias, pela orientação editorial de cada um. Ela mostra quem deu atenção ao fato, e não de que lado ele está. A análise de cada matéria olha as escolhas daquele texto, não o veículo. Veículos sem classificação aparecem na lista, mas ficam fora dos percentuais.

    Entenda a metodologia ↗
    Como este acontecimento foi montado. As matérias foram agrupadas por IA e o acontecimento foi publicado sozinho quando veículos diferentes cobriram o mesmo fato; a equipe corrige o que estiver errado. A análise de cada matéria é feita por um painel de modelos de IA e só aparece quando eles concordam; revisores identificados podem confirmar ou corrigir. Mostramos só título, link, imagem de prévia do veículo e trechos curtos: leia a matéria completa no site do veículo.